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“Esta é uma obra de ficção, qualquer semelhança com nomes, pessoas, fatos ou situações terá sido mera coincidência”.

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sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

E, a Mãezinha passou na frente

Era uma vez a história que se tratava de uma novela burocrática da vida real.

Tantos eram os afazeres e os compromissos para aquele início de descanso programado e, eis que, naquele sábado maravilhoso e ensolarado tudo ficava em segundo plano.

Aquele sorriso no rosto, que se preparava para fulgurar em mais uma viagem de final de semana foi destruído pelo choro da dor.

Dor que de tanto doer invadiu até a alma.
Dor que depois de ter invadido a alma transcendeu para o infinito.

Impossível conter as lágrimas diante da situação acometida e tão presente.
Começava-se então a maratona a ser percorrida em busca de bons profissionais a fim de resolver o problema.
Absorvidos no acontecido, os envolvidos no fato não se voltaram a Ela.
Quando enfim, encontrara-se  o profissional adequado ao caso, foram os procedimentos que não estavam autorizados pela operadora e assim, os dias, as semanas e os meses pareciam se arrastar como trens enferrujados sem trilhos para  rodar.

Mais lágrimas transcorreram pelas bochechas agora pálidas e gélidas, endurecidas pela dor proeminente.
Dor esta que já percorria todo o físico e maltratava  também o emocional.
Dor esta que já fizera todo o desgaste daquele mínimo ser.

As forças foram esgotadas.
Os recursos foram esgotados.
A esperança esvaiu-se.
A sofreguidão invadira e tomara conta de tudo aquele ser, que somente então, resolvera recorrer à enfermeira maior:

- Mãezinha, passa na frente, por favor!


E, tudo fora silenciado.
Não se buscaram mais soluções para o problema.
Foram entregues a Ela todas as necessidades do momento.

- Mãezinha, passa na frente, por favor!

Como num passe de mágica, o telefone tocara e, as respostas, que tanto se esperara naquele tempo todo, chegaram como um lenço branco voando ao vento.
Sim, o problema estava resolvido, o tratamento executado e a dor exaurida.

A Mãezinha passou na frente e tomou conta de tudo.
Aquele ser tão pequeno, dobrou seus joelhos no chão, olhou para o céu e agradeceu a Ela que intercedeu na necessidade junto a Ele.

Compreendemos com isso que, devemos entregar mais os nossos problemas a Ele e, a Ela, pedir sempre a Sua intercessão pois, somente no momento certo, que não é o nosso, e da forma correta, que não é a nossa, tudo é resolvido.

Bia Fernandes
(Texto integrante do livro "Contos e Encantos do Cotidiano" da autora)

2 comentários:

  1. Olá, membro da Cia dos Blogueiros! Passei aqui para avisar que nossa entidade virtual vai realizar o primeiro concurso "Melhores blogs de 2012". Os cinco escolhidos pelos jurados receberão selos de reconhecimento. Pretendemos ainda realizar uma festa para reunir os membros. Você pode ajudar a organizar o evento deixando sugestões em http://goo.gl/naeBH. Em breve, as inscrições serão abertas. Participe!

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  2. Bia,tem gente que não acredita em milagres! E os milagres acontecem todos os dias, é apenas uma questão de começarmos a prestar atenção nos acontecimentos do cotidiano.Faço menção, por exemplo, do que ocorreu comigo a bem pouco tempo,quando sofri um derrame pleural!Uma semana antes, havia tirado um Raio X e lá estava o problema! Foi diagnosticado pelo médico, e esse pediu a punção do líquido pleural para exames mais minuciosos à respeito! Naquele mesmo dia, antes de dormir, pedi a Nossa Senhora de Fátima que me ajudasse! E daí você já sabe o que ocorreu! Cinco dias depois, no dia marcado para a punção, antes tirei uma
    radiografia do pulmão! Ao examinar a radiografia, o médico deparou-se com um caso
    inusitado! O derrame da pleura tinha desaparecido! O que você acha? Só um milagre de Nossa Senhora poderia ter feito isso!
    Referindo-me agora à sua postagem, veja que ocorreu algo semelhante,não de cura, mas de resolver um problema pendente que estava se prolongando e que poderia gerar sérios transtornos no futuro! Isso também foi um milagre de Nossa Senhora, tenho plena convicção! Linda postagem.

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