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“Esta é uma obra de ficção, qualquer semelhança com nomes, pessoas, fatos ou situações terá sido mera coincidência”.

As figuras utilizadas nas postagens são originárias do google images.


quarta-feira, 20 de junho de 2012

Delete me!



 
Caríssimo(a) senhor(a).
Solicito através desta que o senhor(a) me delete de sua mente...
Interessante escrever sobre isso.
Seria motivo de riso se não fosse trágico. Poderia se dizer que seria uma trágica comédia.
Quem já não passou pela situação de ter em sua vida uma ou várias pessoas que são obstinadas por cuidarem da vida alheia mesmo sabendo que o objeto de "cuidado" nem sabe que tais pessoas existam ou se tem esse conhecimento, simplesmente ignoram tais seres?
Pois bem.
Como é um tema um tanto quanto polêmico, deixo claro que não é nada pessoal, caso contrário, todos os cuidadores da minha pessoa se sentiriam obrigados a me esquecer...risos.
Brincadeira a parte...
Há membros da sociedade atual que por motivos obscuros não se contentam em cuidar de seus afazeres, de cuidar de serem felizes e de cuidar de seu mundo.
Ficam à espreita do mundo de outrem, tentando sempre validar suas teorias e expectativas.
Muitas vezes são olhares, falas, escritas, mímicas, enfim, todos as maneiras que possam instigar o "cuidar" do "objeto cuidado".
Tais seres tornam-se vazios como buracos negros sem começo, meio ou fim. Precisam tanto ser reconhecidos que mostram-se mártires ao mundo.
Vangloríam-se de feitos que não foram eles que o fizeram.
Chegou a hora dos "objetos de cuidado" expressarem em qualquer tipo de linguagem: DELETE ME. Em português ou em inglês a fala tem o mesmo peso. Escrito, falado ou em mímica também.
Continua no próximo livro...
Bia Fernandes




terça-feira, 5 de junho de 2012

Amarras...



Amarras em mãos e pernas.
Amarras de alma e coração.
Amarras de boca e palavra.
Amarras causam a sofreguidão.

Sinto-me atada, de mãos e pernas, onde não consigo me mover para o lado.
Sinto-me atada de alma e coração, onde não posso ser fiel aos meus reais sentimentos.
Sinto-me atada de boca e palavra, porque não me é permitido dizer o que precisa ser dito.
Sinto-me atada no sofrimento da situação.


Continua no próximo livro...




Bia Fernandes

domingo, 3 de junho de 2012

Que sentimento é esse?





"A mágoa altera as estações e as horas de repouso, fazendo da noite dia e do dia noite".


Que sentimento é esse que usurpa a paz da mente e do coração do ser humano?

O que tanto te fizeram para que você permitisse seu broto?

Quem é que distribuiu as sementes você ou o outro?

Como passar a borracha do perdão?



Bia Fernandes