Seja bem vindo(a)!

Que a sua visita seja constante e some muitos prodígios ao blog!

Deixe sua sugestão e/ou sua crítica.



“Esta é uma obra de ficção, qualquer semelhança com nomes, pessoas, fatos ou situações terá sido mera coincidência”.

As figuras utilizadas nas postagens são originárias do google images.


quinta-feira, 26 de julho de 2012

26 de julho - Dia dos avós

 

 

Vovó e vovô.

 

 

Não tenho mais como abraçá-los e beijá-los,

mas ainda tenho o calor de seus braços me envolvendo.

 

Não tenho mais como ir à sua casa e deitar minha cabeça em seu colo,

mas tenho os seus  afagos impregnados em meus cabelos.

 

Não tenho mais como brincar de casinha aos pés de sua cama,

mas tenho como não me esquecer do tapete rosa e preto em que me sentava.

 

Não tenho mais o toque delicado em seus cabelos finos e brancos,

mas guardo nas mãos a leveza de tê-los tocado.

 

Não tenho mais como pedir para fazer um bife com batatas fritas com ovos estalados e guaraná,

mas tenho como fazer minha refeição  predileta e lembrar de como era quando almoçávamos juntos.

 

Não tenho mais como passear aos sábados  no Alphaville com vocês,

mas tenho como ir até lá, sentar-me a sombra dos pinheiros e lembrar das tardes que passávamos juntos ali, junto com meus primos.

 

Não tenho mais as tardes em que sentávamos na laje, protegidos por um cobertor,

mas tenho como me sentar lá e lembrar de vocês.

 

Não tenho mais nada que seja no plano físico com vocês, a não ser as fotos guardadas,

mas tenho a  certeza que, onde  quer que vocês estejam,  estarão olhando por mim e me acompanhando por toda a minha vida.

 

Além de todas essas certezas, ainda tenho outras.

 

Tenho a certeza que vocês estão ao lado do Pai.

Tenho certeza de que os visito sempre em oração.

Tenho certeza que vocês estão em minha razão e em minha emoção.

Tenho certeza que seus ensinamentos estarão sempre comigo,

e, tenho a certeza que um dia, estaremos todos juntos de novo.



Bia Fernandes

quarta-feira, 25 de julho de 2012

Escrever é quase um vício

Uma folha em branco.

Uma caneta e a imaginação.

Pronto! É o que se precisa para começar a escrever.

*..*

O assunto nos prega uma peça, pois nunca sabemos o que escrever, logo, por onde devemos começar.

Várias são as tentativas.

Finalmente conseguimos descobrir qual será o gênero literário da nossa história. Ah, uma comédia!

O uso da gramática, da ortografia e do vocabulário nos faz verdadeiros nós na mente.

Palavras e mais palavras são postas e entre elas lacunas.

Muitas vezes haveria a necessidade de colocá-las de maneira clara e precisa, mas, a ética e a censura não nos permite.

Uma após outra, as lacunas vão se preenchendo, e assim, vão colorindo a imaginação.

A mente voa.

Estamos rindo sozinhos com a história e, de repente, uma ruga nos franze a testa.

E assim prossegue...até que surge o seu final.

*__*


Escrever é quase um vício.

Quanto mais se redige, mais se sonha.

Quanto mais se sonha, mais se cria.

Quanto mais se cria, mais se transforma.

Quanto mais se transforma, mais se vive.
 
 
Bia Fernandes
Este texto faz parte da obra Contos e Encantos do Cotidiano de Bia Fernandes

segunda-feira, 23 de julho de 2012

Faça a sua parte.



"Faça a sua parte e permita que o outro faça a dele também".



Infelizmente, nem sempre permitimos que o outro faça a parte dele seja na nossa história ou na dele própria.



Bia Fernandes



sexta-feira, 13 de julho de 2012

A vantagem de ter péssima memória



A vantagem de ter péssima memória é divertir-se muitas vezes com as mesmas coisas boas como se fosse a primeira vez.


    Friedrich Nietzsche

terça-feira, 10 de julho de 2012

O silêncio como condição




" ...mas é necessário que reaprendamos a ouvir o silêncio como condição para uma fala com mais qualidade e profundidade".


Monsenhor Jonas Abib

segunda-feira, 2 de julho de 2012

Um passeio na Liberdade



No domingo passado, dia  01 de Julho, fomos à Feira deAutomóveis Antigos da Estação da Luz em São Paulo.
Esta feira acontece todo primeiro domingo do mês e prestigia o automobilismo nacional e importado.

Saindo de lá, como ainda era bastante cedo, resolvemos, eu e meu amado marido irmos até o Bairro da Liberdade, já que,  eu não o conhecia.

Fiquei admirada com o tamanho da feira artesanal que lá encontrei, a quantidade de transeuntes, a diversidade social e cultural,  mas, o que mais me encantou foi a paz que encontrei na Igreja da Santa Cruz dos Enforcados.

Quando lá adentrei, meus olhos foram magnetizados pelo Sagrado Coração de Jesus e pelo Sagrado Coração de Maria, no altar principal.
Em suas  laterais, haviam pequenas e lindas  capelas com  imagens de santos e santas  intercessoras.
O teto, todo desenhado, dava-nos a impressão de estarmos voando pelo céu.

Participamos da celebração naquela pequena grande igreja, absortos na energia mágica que emanava de todo o local.

O mistério da nossa fé estava ali, presente, sobre o altar.
O coro dos santos e dos anjos se uniam as vozes dos fiéis reproduzindo um coro divino.

A única palavra que tenho para representar o momento é: R E V I G O R A N T E.



Caso você tenha a oportunidade de conhecer este lugar, vá.


Bia Fernandes