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“Esta é uma obra de ficção, qualquer semelhança com nomes, pessoas, fatos ou situações terá sido mera coincidência”.

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quarta-feira, 25 de julho de 2012

Escrever é quase um vício

Uma folha em branco.

Uma caneta e a imaginação.

Pronto! É o que se precisa para começar a escrever.

*..*

O assunto nos prega uma peça, pois nunca sabemos o que escrever, logo, por onde devemos começar.

Várias são as tentativas.

Finalmente conseguimos descobrir qual será o gênero literário da nossa história. Ah, uma comédia!

O uso da gramática, da ortografia e do vocabulário nos faz verdadeiros nós na mente.

Palavras e mais palavras são postas e entre elas lacunas.

Muitas vezes haveria a necessidade de colocá-las de maneira clara e precisa, mas, a ética e a censura não nos permite.

Uma após outra, as lacunas vão se preenchendo, e assim, vão colorindo a imaginação.

A mente voa.

Estamos rindo sozinhos com a história e, de repente, uma ruga nos franze a testa.

E assim prossegue...até que surge o seu final.

*__*


Escrever é quase um vício.

Quanto mais se redige, mais se sonha.

Quanto mais se sonha, mais se cria.

Quanto mais se cria, mais se transforma.

Quanto mais se transforma, mais se vive.
 
 
Bia Fernandes
Este texto faz parte da obra Contos e Encantos do Cotidiano de Bia Fernandes

Um comentário:

  1. Bia, parabéns esse texto é especial, digno de uma ESCRITORA REVELAÇÃO!Abraços.

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