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“Esta é uma obra de ficção, qualquer semelhança com nomes, pessoas, fatos ou situações terá sido mera coincidência”.

As figuras utilizadas nas postagens são originárias do google images.


domingo, 30 de dezembro de 2012

Ano Novo




Queridos, 


falta pouco para a virada do ano.
2012 está ficando, aos poucos, para trás.

Que possamos aprender com tudo o que passamos e viver com tudo o que nos fora providenciado.

Que possamos apreender o tudo o que aprendemos  e vivenciar o ano novo com tudo o que nos será providenciado.



Bia Fernandes

quinta-feira, 13 de dezembro de 2012

15 Anos!




Quando nos casamos
Uma grande emoção nos
Invadiu.
Naquele momento sabíamos que
Zelaríamos por nosso amor
Eternamente.

Amarmos um ao outro intensamente
Não significou esquecermos de nossa individualidade.
Outros casais assim a esquecem e
Se perdem com o passar do tempo

Demonstramos afeto e cuidados
E dialogamos muito todos os dias.

Crises já se fizeram presentes e
Amargamos alguns momentos mas,
Sempre soubemos que faziam parte de um relacionamento.
Aprendemos muito um com o outro,
Mas nunca maquiamos nenhum sentimento.
Entre nós tudo é luz e soma,
Não se faz presente o tormento.
Transcendemos os limites deste mundo,
Ouvindo nosso amor que cresce mais e mais.   


Bia Fernandes - 13/12/2012

quarta-feira, 12 de dezembro de 2012

CORINTHIANS




Coragem para lutar!
Obstinado em seus objetivos!
Raça e força!
Independentemente do que se pensam e falam, as
Nações corintianas se encontram em toda parte.
Time do coração!
Homens e mulheres são fiéis torcedores!
Intrigados ficam os oponentes que não compreendem que o
Amor incondicional está presente.
Nosso escudo é o nosso melhor amuleto, carregado de
Sentimento.


Bia Fernandes

quinta-feira, 6 de dezembro de 2012

Oscar Niemeyer





Onde
Sabiamente
Constroem-se  a
Arquitetura
Rapidamente

Nascem
Indiretamente 
Evidencias da 
Mágica
Elegante e o 
Yin yang do
Excelentíssimo e
Revolucionário



Oscar Niemeyer.
Grande mestre da vida, esteja em Paz.


Bia Fernandes

quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

O engraçado da vez






O engraçado da vez 
é aquele que diz ser quem ou o que é
mas não sabe quem ou o que  é  
e muitos menos
sabe quem ou o que deverá ser.


Bia Fernandes

terça-feira, 4 de dezembro de 2012

O gato que é rato



Era uma vez um gato.
Sua pelagem era uma matiz em preto/castanho e branco, um grisalho. Suas patas eram lindas, apesar de suas unhas compridas e afiadas.

Certa vez, esse gato adentrou a cada de  dona Persiana e vasculhou tudo, mas não encontrou nada de que pudesse se apoderar.
Frustou-se então e murcho como uma camélia que caiu do galho, saiu de lá e foi mexericar na casa da vizinha, dona Leviana.

Encontrou lá muita energia e muita comida para abastecer todo o seu poço. Em troca, enlaçou dona Leviana emocionalmente fingindo ser um companheiro inseparável.

Quem via o tal gato não imaginava que agia como um rato, na calada da noite, sorrateiro,e comendo pelas beiradas, só esperando por uma oportunidade para se dar bem. 

Ele, o gato, fez o que era de se esperar. Percebendo que dona Leviana o preenchia de mimos, de comida e de cuidados fez-se seu bichinho de estimação e aguardava todos os dias o seu pagamento para os seus préstimos.

Um dia, quando dona Leviana estava preocupada por seu dinheiro ter acabado e não tinha como comprar a ração açucarada do gato, ele saiu da casa dela para procurar outra que desse os tais mimos. Afinal, ele não era de sair a luta para conseguir o seu alimento.

Foi então para a casa de dona Janeliana e ocorreu que também não haviam guloseimas e ainda, quando ela o viu se encostando, o tocou de lá.

O gato, desanimado por não ter mais para onde ir, ficou prostrado por vários dias. Por fim, sua única saída foi voltar para a casa de dona Leviana que , coitada, o recebeu com os braços abertos.

Estando ali, ele continuou pensando quanto tempo aguentaria ficar ao lado dela já que ele já havia devorado tudo o que ela possuía de bom e estava gastando a sua reserva de emergência.

Como era de se esperar, dona Leviana, certa noite, encontrou o gato se preparando para partir e ela, com muita raiva por ter sido enganada de novo, o enxotou com uma vassoura.
Ele, com ódio dela, entrou dentro do carro dela e rasgou todo o estofamento com suas unhas afiadas e gigantes. Dona Leviana ficou muito triste e repleta de desgosto.

O gato passou então a procurar uma outra vítima para satisfazer os seus caprichos e que possuísse as mesmas características de dona Leviana, ou seja, que precisasse de seu chamego.

Encontrou dona Fechaduriana que, não conhecendo a história dele, compadeceu-se com a cara de coitadinho que ele fez e o abrigou.

Certo dia, encontraram-se na farmácia dona Leviana  e dona Fechaduriana que estava com o gato nos braços.

Dona Leviana avisou a moça do que ele havia feito e dona Fechaduriana não acreditou, mas mesmo assim, por via das dúvidas, colocou-o para fora de casa.

Passaram-se alguns dias e o gato havia sumido da redondeza. Ele havia desistido de procurar vítimas na freguesia pois, a sua fama estava conhecida.

O gato grisalho andou muito. Por onde ele passava deixava o mesmo rastro de falsidade até que um dia, um velho senhor, sentado no banco da praça, disse a ele:

- Gato, pare de ser um rato! Pare de usar as pessoas! A sua fama já chegou aqui! Pare de roubar a comida, o sentimento e os bens das pessoas! Pare de se aproveitar das pessoas carentes!

E o gato respondeu:

- Senhor velho, eu preciso ser assim. Fazendo-me de vítima eu conseguirei tudo o que eu quero e não precisarei me esforçar.

- Gato, você está agindo errado. Não demora muito e você terá um mal final. 

O gato rato deixou o senhor velho rindo-lhe pelas costas.

Passou-se o tempo.
Nada mais se ouviu sobre ele, o gato rato...


Bia Fernandes

sábado, 1 de dezembro de 2012