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“Esta é uma obra de ficção, qualquer semelhança com nomes, pessoas, fatos ou situações terá sido mera coincidência”.

As figuras utilizadas nas postagens são originárias do google images.


sábado, 7 de dezembro de 2013

Dezembro

 
"Quem é você?" Nenhuma resposta.
 
Repito a pergunta, em voz ainda mais forte: "Dezembro, quem é você?" Nenhuma resposta novamente.
 
De pronto, ao longe, ouço um burburinho. Não o reconheço. "O que será que estão falando? - penso em voz alta".  Ah, consigo entender! Será que consigo mesmo?
 
Ai que confusão!!!!! As informações estão chegando de maneira desencontrada!!!
 
Com isso, descubro quem é dezembro. Um mês com os trinta e um dias e recheado com o final do ano letivo, com o feriado do Natal, com as compras de final de ano, com o décimo terceiro salário, com as confraternizações das empresas, com os amigos secretos e muito mais sabores que não conseguiria citá-los todos aqui, afinal, cada indivíduo tem os seus sabores especiais para este mês.
 
É um momento de correria. Sim, de correria e coloco a experiência que vivi hoje como exemplo disso.
 
Estava eu fazendo as compras da semana em um hipermercado renomado no horário de costume e noto o corre-corre das pessoas. Importante colocar que isso não é um fato corriqueiro e normal pois, opto por esse período para abastecer a geladeira e o armário de casa por não ter grande movimento e logo, conseguir observar o que coloco no carrinho com tranquilidade e certa atenção.
 
Era um tal de passa carrinho para cá, passa carrinho para lá, repositores de mercadorias frenéticos, empilhadeiras com aqueles sinalizadores ligados sonorizando os ardidos pi, pi, pi, pi , mulheres e homens passando com os benditos carrinhos e as incomodas cestinhas batendo  uns nos outros. Aff! Quem merece isso?
 
Por fim, consegui terminar minha labuta e ir ao caixa. Fila. Outro ponto incomum para o horário. Espera e espera. Olho para um lado, pessoas reclamando. Olho para o outro lado, pessoas carrancudas. Olho para a operadora de caixa que em seu rosto expressava um ar de "O que eu estou fazendo aqui!". Quase que eu me perguntei o que eu estava fazendo ali,  naquele momento e naquele lugar. Ainda bem que nem perdi tempo com essa questão pois a resposta seria: "Você está fazendo a sua rotina, mas, parece que as outras pessoas saíram fora da rotina delas".
 
Lembrei-me então do conselho de um amigo : "Em uma situação borbulhante, não entre no barulho". Acabei, por fim, dando risada dessa lembrança.
 
Passei no caixa, paguei as contas e fui ao estacionamento. Quando sai deste, rumo à minha casa, fiquei parada no trânsito, e admirei que fluiu rapidamente até chegar ao meu bairro, aliás, trafegar neste local, no meu bairro, ultimamente, está complicado. Muitos carros e pouca rua.....rs.
 
Após ter deixado as compras em casa fui para a segunda etapa do dia: aventurar-me a ir a uma farmácia de preços populares no bairro da Saúde. É claro e ainda óbvio que não fui de carro. É Dezembro, lembram? Dirigir até lá seria pedir para que o bichinho do estresse se instalasse em mim. Optei em ir para lá de trem e metrô. Realmente fora um acerto essa escolha.
 
Por ser um sábado, achei que seria mais calmo o movimento no transporte público. O que presenciei fora um vai e vem de pessoas atrelada a um ritmo presto. Esbarrões e reclamações, gomas de mascar sendo trituradas em grande velocidade, fisionomias preocupadas, ou seja, o bichinho da ansiedade andando solto, contaminando e contagiando pessoas e mais pessoas.
 
Mais uma vez, lembrei-me do conselho de meu amigo:"Em uma situação borbulhante, não entre no barulho". Dessa vez, não dei risada. Fiquei com receio de ser mal interpretada  e ainda ter alguém ralhando comigo por achar que estava rindo dela.
 
Rapidinho cheguei ao meu destino. Entrei na farmácia e enfrentei a fila. Sem problemas para mim, aliás, lido bem com a espera  para ser atendida, afinal, todos precisam ser atendidos e ninguém é diferente de ninguém. É justo esperar a sua vez.
 
O movimento na farmácia também estava frenético, mas tão complicado, tão complicado  que até os atendentes estavam mal-humorados. Fui atendida por uma gentil moça que mostrou-se bastante solícita. Comprei meus remédios e no caixa, fiquei pasma com a economia que fiz. Foram R$98,00 de diferença em relação ao estabelecimento onde os compro habitualmente e ainda, tive a oportunidade de passear.
 
Sobrevivi a mais uma investida do "barulho de Dezembro" e iniciei  a jornada de volta para casa. No metrô, presenciei uma situação deveras amedrontadora: estava ocorrendo uma briga entre dois homens dentro de um dos vagões. Sim, eles foram picados pelo bichinho do "barulho". Saí de lá o mais rápido que consegui e vi outra expressão na fisionomia das pessoas: medo e incredulidade.
 
Finalmente cheguei em minha casa, em meu santuário. Parei com tudo o que eu precisava fazer e meditei sobre tudo a experiência que vivi neste dia até este momento. A conclusão que cheguei fora esclarecedora de minha primeira pergunta, sobre quem era Dezembro.
 
Dezembro não é o estresse e a ansiedade. Dezembro não é o "bichinho do barulho". Dezembro não é isso minha gente!
 
Dezembro é um mês lindo como todos os outros. É para ser vivido com boas energias. É para ser apreciado com dedicação. É para ser percorrido com grande alegria pela chegada do Menino Jesus em nossos lares e em nossos corações. É para ser brincado com harmonia.
 
Como diz o cantor Eugênio Jorge: "Desperta povo meu...".
 
Dezembro é um mês para despertar.
 
Desperte do estresse e da ansiedade. Desperte da depressão que te cerca. Desperte da opressão que te prende e viva Dezembro com a Paz!.

Bia Fernandes



sexta-feira, 25 de outubro de 2013

CONVITE PARA UM DEBATE


O ser humano pode mudar através do amor?
 
 
Queridos leitores.
A proposta de Contos e Encantos do Cotidiano é a de mostrar a evolução de uma pessoa que vivia com os pés enraizados no mundo e no tempo Chronos e inicia a sua transformação para o mundo espiritualizado onde abre o seu coração para o amor.
Vocês acreditam que isso possa acontecer?
e dê a sua opinião neste debate.
 

quinta-feira, 29 de agosto de 2013

Você está disposto a sê-lo?


Ontem, numa entrevista com um aspirante a professor da empresa em que trabalho, conversei bastante e percebo nele um grande potencial. Quase no final, tive uma fala que me fez refletir muito e que resolvi dividi-la com vocês.

"Ser professor é esquecer-se de sua própria veste e vestir a veste do outro. 

É dar mais importância ao "ele" do que ao "eu" naquele momento em que estamos no processo ensino-aprendizagem, respeitando os seus gostos e valorizando suas capacidades e habilidades, não as minhas.

É o poder servir e não se preocupar com ser servido, ficando feliz e pleno com isso.

Ser professor é desprover-se do seu ego e colocar-se a  disposição do outro seja ele criança, adolescente, adulto ou  melhor idade. 

É ter a humildade de dizer ao seu aluno "estou aqui, ao seu lado, para te ajudar" mas, sem a soberba por saber mais do que ele".
....

No final eu perguntei ao aspirante: "Você está pronto para isso?"

Repito a pergunta a mim mesma e a todos os que ensinam o que quer que seja ao seu próximo, afinal, isso serve para todos aqueles que estão vivos ou mortos, pois, mesmo em mortalha ensinamos  algo a alguém..."Você está pronto para isso?"


Bia Fernandes

terça-feira, 6 de agosto de 2013

Triste dia


Não consigo entender as pessoas! Nunca estão contentes com nada, e, quando estão, não sabem porque estão e nem sequer dão valor à alegria.
Se você faz algo é porque você faz. Se você não faz é porque você não faz.
As pessoas não cumprem com os acordos e ainda, quando você as lembra sobre tal dizem que não combinaram nada. Muitas delas  se lembram que algo fora dito, mas não sabem o que, pois, simplesmente não prestaram atenção ou ela estava voltada para outro ponto.
O que está acontecendo com as pessoas? Estão se automatizando tanto que estão esquecendo  de tudo e, muito pior, de todos.
É, a cada dia que passa temos mais a certeza do que nossos avós diziam:
- Deixe tudo combinado sim mas o acordo deve estar fixado preto no branco para que não surjam dúvidas.
Prefiro pensar que este é somente um dia equivocado do calendário e que a melancolia é somente um  abrilhantador da poesia.


Bia Fernandes


quinta-feira, 25 de julho de 2013

A compulsão


Como  somente algumas pessoas sabem, tenho o costume de assistir a filmes pela manhã, mas entendam pela manhã como seis horas, e também, de escrever nesse período, e hoje, em um canal de televisão  por assinatura vi o filme : Os delírios de moda de Becky Bloom, que trata da história de uma jovem que é compulsiva por compras de roupas, bolsas e sapatos e que no final da trama entende que somente adquire coisas tentando encontrar nelas a sua satisfação pessoal.

Quem leu o livro Contos e Encantos do Cotidiano deve se lembrar do conto " O DESPOJAR" que cita uma jovem que compra, compra, compra e compra e nem sabe o que tem dentro do armário.

Infelizmente esta é uma realidade e, a compulsão é uma doença silenciosa.
Segundo o dicionário informal, COMPULSÃO  é a tendência à repetição, impulso ou sensação de estar sendo levado, irresistivelmente, a executar alguma ação irracional. (<http://www.dicionarioinformal.com.br/significado/compuls%C3%A3o/10350>).

Há várias categorias de compulsão: a alimentar, por limpeza, por compras, por atenção, a desafiadora, a  bipolar, a sexual dentre outras. Na verdade, o ser compulsivo se desenvolve pelo não conhecimento de si próprio e de suas necessidades. A compulsão também é conhecida como "MANIAS". 

Muitos desenvolvem o TOC - Transtorno Obsessivo Compulsivo quando essa compulsão vai para seu estado de doença.  Coloco uma parte de uma pesquisa feita há tempos atrás, quando fazia uma monografia sobre TDAH - Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade,  e que todos tem acesso fácil sobre o assunto:

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.





O transtorno obsessivo-compulsivo (TOC) ou distúrbio obsessivo-compulsivo (DOC) é um transtorno de ansiedade caracterizado por pensamentos obsessivos e compulsivos no qual o indivíduo tem comportamentos considerados estranhos para a sociedade ou para a própria pessoa; normalmente trata-se de ideias exageradas e irracionais de saúde, higiene, organização, simetria, perfeição ou manias e "rituais" que são incontroláveis ou dificilmente controláveis.
O transtorno obsessivo-compulsivo é considerado o quarto diagnóstico psiquiátrico mais frequente na população.1 De acordo com os dados da Organização Mundial de Saúde (OMS), até o ano 2020 o Transtorno Obsessivo-Compulsivo estará entre as dez causas mais importantes de comprometimento por doença.2 Além da interferência nas atividades, os sintomas obsessivo-compulsivos (SOC) causam incomodo e angústia aos pacientes e seus familiares.
Apesar de ter sido descrito há mais de um século,3 e dos vários estudos publicados até o momento, o Transtorno Obsessivo-Compulsivo ainda é considerado um "enigma". Questões como a descoberta de possíveis fatores etiológicos, diversidade de sintomas e como respondem aos tratamentos continuam sendo um desafio para os pesquisadores.4
Estudos indicam que uma das dificuldades para encontrar essas respostas deve-se ao caráter heterogêneo do transtorno. Vários estudos têm apontado para a importância da identificação de subgrupos mais homogêneos de pacientes com Transtorno Obsessivo-Compulsivo. Esta abordagem visa a buscar fenótipos mais específicos que possam dar pistas para a identificação dos mecanismos etiológicos da doença, incluindo genes de vulnerabilidade e, por fim, o estabelecimento de abordagens terapêuticas mais eficazes.5
Alguns subtipos de Transtorno Obsessivo-Compulsivo têm sido propostos. Dentre eles, dois subtipos bastante estudados correspondem aos pacientes com início precoce dos Sintomas Obsessivo- Compulsivos.4 e o subtipo de Transtorno Obsessivo-Compulsivo associado à presença de tiques e/ou síndrome de Tourette (ST)6 7 Esses dois subgrupos de pacientes apresentam características clínicas, neurobiológicas, de neuroimagem, genéticas e de resposta aos tratamentos distintos e que os diferenciam de outros pacientes. É importante ressaltar também que esses dois subtipos apresentam características semelhantes, o que dificulta a interpretação de sua natureza, ou seja, torna-se difícil diferenciar se as características encontradas são devido ao início precoce dos Sintomas Obsessivo- Compulsivos ou à presença de tiques.Lavar as mãos constantemente caracteriza obsessão por higiene, um dos sintomas mais comuns do TOC.
Compulsão é um comportamento consciente e repetitivo, como contar, verificar ou evitar um pensamento que serve para anular uma obsessão. Outros exemplos de compulsão são o ato de lavar as mãos ou tomar banho repetidamente, conferir reiteradamente se esqueceu algo como uma torneira aberta ou a porta de casa sem trancar. Deve-se deixar claro porém que para que esses comportamentos sejam considerados compulsivos, devem ocorrer em uma frequência bem acima do necessário diante de qualquer padrão de avaliação.
Acomete 2 a 3% da população geral. A idade média de início costuma ser por volta dos 20 anos e acomete tanto homens como mulheres. Depressão Maior e Fobia Social podem acometer os pacientes com Transtorno Obsessivo-Compulsivo ao longo da vida. (<https://pt.wikipedia.org/wiki/Transtorno_obsessivo-compulsivo.)


A compulsão está presente em crianças, jovens, adultos e na Melhor Idade, porém, é muitas vezes, ignorada. É importante observar. O compulsivo não percebe o que faz e quando se dá conta disso vai para o fundo do poço se não tiver ajuda. 

Voltando ao filme,  a garota se afunda em dívidas no cartão de crédito por conta das compras excessivas. Remeto-me  novamente ao texto " O DESPOJAR". Será que é necessário todas as roupas e sapatos dentro daquele armário para que sejamos felizes? Será que a grande quantidade de "coisas" têm o poder de nos saciar tanto assim a ponto de nos endividarmos, de  engordarmos, de nos matarmos na academia, de desafiarmos os outros e a nós mesmos a ponto de colocarmos em risco as nossas vidas?

De maneira geral, as pessoas responderiam a este questionamento como "- Não, é claro que não". "- Eu? Eu me conheço bem e não corro esse risco!".
Quem responde dessa maneira são os mais propensos a sofre da famigerada compulsão, uma vez que não admitem que são humanos e podem, a qualquer momento, cair no conto da RECOMPENSA por algo que fizeram ou não fizeram. Se fizeram, compensam-se  por terem conseguido finalizar a tarefa ou afins e, se não fizeram, compensam-se pela frustração de não terem conseguido fazer a tarefa ou afins.

A palavra que se liga à COMPULSÃO, na maioria das vezes é a palavra FRUSTRAÇÃO.

Não me estenderei mais, já que este assunto é muito rico e nosso relógio nos obriga  aos compromissos diários.

Contudo, convido vocês, meus estimados amigos leitores a fazerem uma análise na fatura de seus cartões de crédito, em seus armários, em suas geladeiras, em suas garagens e em todos os lugares que guardamos as "coisas". Se encontrarem excesso de "coisas", verifiquem suas emoções. Sem querer, vocês podem se surpreender.

Bia Fernandes


sexta-feira, 12 de julho de 2013

O homem


...e o homem, com toda a paciência do mundo, estava sentado e olhando o seu próprio pé.

Descendo a rua, deparei-me com uma cena inusitada. Havia um homem, com trajes pitorescos sentado no patamar de um muro pertencente a um banco de renome. Parei defronte a faixa para atravessar a rua.
Enquanto eu esperava o farol de pedestres abrir, fiquei observando o tal homem. Não sei quantos minutos se passaram, mas ele continuava ali, sentado e olhando para o seu próprio pé.


Bia Fernandes

quinta-feira, 11 de julho de 2013

A roda da vida




Os ganhos nem sempre são importantes, mas as perdas, estas, são sempre devastadoras.
Que possamos aprender com os dois, de maneira efetiva.
Precisamos compreender que a roda da vida, em nenhum momento, pára ou ao menos, nos pergunta como faremos para isso ou aquilo.
Ela nos impõe o seu andamento, e simplesmente, roda.

Bia Fernandes


quinta-feira, 4 de julho de 2013

Escrevendo...



Ultimamente, sento-me de fronte ao computador e começo a redigir mais um texto de Contos e Encantos do Cotidiano volume 2 ou mais um capítulo do Diário de uma Mulher e me vejo com tantas e ideias e poucos dedos para digitar.
É como se meu cérebro estivesse a todo vapor e meus dedos não o acompanhasse. Pensei em comprar um gravador e, por final o comprei, mas, quem disse que consigo acompanhar as narrativas? Quem disse que consigo digitar com o mesmo andamento de minha delonga?
As personagens divagam em imagens e, valsando, escrevem a sua própria história como em um filme colorido, mas, a grandeza de detalhes acaba se perdendo na vagarosa arte de transformar as cenas em linguagem escrita.
Tomando posse deste conhecimento que é deveras constrangedor, pergunto-me se continuo com o tal gravador e contrato um ser humano capaz de suprir essa necessidade de passar as palavras ditas para o papel ou continuo a me torturar nesta busca frenética de conseguir, o que para mim é humanamente impossível, digitar tudo...
Conversando com uma amiga e desabafando acerca disso, ela me solta uma pérola: "Quem manda ser TDAH, e pensar com a velocidade do vento e conseguir voar ao mesmo tempo e ainda, tentar alcançar a exímia digitação ou mesmo, a escrita no papel?.. Se liga Bia!"
Pois bem, no fundo, bem lá no fundo mesmo, ela me fez recordar o tempo da escola em que eu entregava textos faltando muitas palavras, respostas escritas pela metade achando que tinha escrito tudo o que havia pensado...Ri muito...claro, hoje em dia, não é muito diferente. Nas últimas três faculdades também não foi muito diferente...risos.
Continuo rindo agora, escrevendo este texto para vocês, meus queridos leitores. Penso então se não cometo a mesma gafe. Mas é claro! Sou TDAH adulta e daí? Como todo TDAH, sou perfeccionista mesmo não sendo perfeccionista.
Isso é antagônico, mas, voltando ao meu dilema, como fazer para que meus dedos consigam fluir na velocidade do meu pensamento ou é melhor mesmo continuar falando naquele gravador e contratar alguém para digitar minhas narrativas?
Ah, deixa pra lá...não conseguirei decidir isso agora mesmo ...está chegando mais falas da minha personagem favorita, a Sandra, de o Diário de uma Mulher e tenho que registrá-las.

Bjks!!!!


Bia Fernandes

sexta-feira, 21 de junho de 2013

Critica Livro Contos e Encantos do Cotidiano

·                                 Critica Livro Contos e Encantos do Cotidiano by Du‏ -Carlos Eduardo

Para: escritorabiafernandes@hotmail.com
 De um modo geral, gostei muito, achei de grande sensibilidade e em muitos momentos me senti tocado. Parabéns! 
A leitura não foi nem um pouco entediante.
Mas acho que pra te ajudar devo ser o mais pontual que puder (desculpe minha “chatice” em alguns momentos).
Gostei da maioria dos contos. Alguns gostei muito e uns poucos não gostei muito ou não entendi.
Gostei muito da simplicidade e objetividade da escrita, mas confesso que alguns eu achei muito pessoais e de difícil interpretação.
Quero citar alguns contos específicos, pode ser?
Liberdade – achei que ficou muito curto, tema interessante que poderia ser mais explorado.
Teatro da Vida – gostei da relação desespero/socorro divino. Tema muito bem trabalhado.
A Arte de Transformar – boa abordagem, pois a transformação faz parte de nossa vida transformamos não apenas as coisas.
Declaração pelo nosso amor – muito lindo, o amor doa-se para somar.
Minha Pequenez – lindo! A grandeza da Obras de Deus manifestada na natureza! Somos parte de tudo isso, tão pequenos e tão amados!
Momentos – ótimo! Nossas vida é a soma deles, nós os criamos. Nós os cultivamos.
A Força da Alma – gostei especialmente do caráter convidativo à reflexão, à avaliação.
8 de Maio de 2011 –  adorei! Muito bom celebrá-los em vida!
Cultura: força do bem ou do mal? – rápido, claro e objetivo. Gostei.
Jully e a luz do luar – Precisamos aprender e aproveitar pequenos e belos momentos como este. Aliás, precisamos aprender a percebê-los em sua beleza!
Escolhas – Muito doce! Gostei da sensibilidade e a da dicotomia apresentada.
A insegurança – Reflexão interessante, apesar de sinceramente discordar de alguns pontos.
Boa viagem, meu amigo – achei muito pessoal e não gostei muito! (snif!).
Seis anos de idade – Muito, muito bom! Como a vida parece ter muito mais sentido quando percebemos nossa fragilidade e dependência de Deus, não é?
O manacá – sábia reflexão.
Branquinha – gostei do desfecho.
A cadeira – este conto me levou a uma longa reflexão acerca do poder que a transformação pode ter! A transformação é no mínimo uma via de duas mãos.
O bagre africano – incluiria no final a seguinte frase: principalmente sabendo usar as ferramentas certas de forma adequada (que cara chato!kkkk!).
As muletas... – adorei!
Quem sou eu? Quem é você? Quem somos nós? – boa leitura do que nos tornamos, infelizmente. Mas há esperança de melhora. Sempre.
E, a Mãezinha passou na frente – excluindo a diferença óbvia de nossas convicções, concordo plenamente com todo o resto. Sofremos tanto, buscamos exaustivamente soluções até que percebemos ou nos lembramos que tamanho sofrimento não era necessário.
 Em suma, a leitura do seu livro foi um prazer pra mim! Simplesmente não pare de nos brindar com seu talento, ok?


Segunda Resenha Publicada

Esta é a segunda resenha publicada de Contos e Encantos do Cotidiano.

Muito obrigada Graça!

Bia Fernandes


http://www.skoob.com.br/livro/resenhas/278874



quinta-feira, 6 de junho de 2013

Para quem entregarei a minha alma?



Ouço uma voz ao longe...
É minha alma que implora pela resposta de uma questão tão intrínseca que pode-se cavocar com enormes escavadeiras o coração e ainda assim, não a encontraria.
Quem pode dizer que nunca teve uma pergunta assim: gigante, enorme, horrenda, tenebrosa? Quem pode dizer que não se perdeu em devaneios no âmago de seu ser revirando-se para encontrar a chave para tal dilema?
Provavelmente, se alguém disser que não se encontrou nesta situação alguma vez em sua breve ou longa vida, seja porque não viveu seus dias intensamente.

E a voz continua ao longe...
Agora não é somente a minha alma que clama com fervor, mas também, as entranhas. O corpo começa a sentir o peso conflituoso do questionamento.
O cérebro parece não mais raciocinar e provoca meu centro gravitacional e os labirintos zunem como abelhas alvoroçadas.
Quem nunca sentiu o aperto no estômago e a dor na barriga por algo que não se resolve?
Possivelmente, só não conhece as sensações que relato quem não se inteirou dos sabores e dissabores da vida.

E a voz ficou mais clara, ela está mais perto...
A memória trouxe situações conhecidas e questões igualmente parecidas, e logo, a ansiedade pela resposta tornou-se mais feroz por saber o que fazer e querer fazer logo o que  se acha que se deve fazer.
Quem nunca soube que atitude tomar e quando a descobriu quis sair correndo as duas, três ou quatro horas da madrugada  ou no meio do expediente de trabalho só para resolver o mais breve possível a famigerada questão?

E a voz agora ficou quase nítida...
Passados os cinco minutos da ansiosa e indisciplinada ordem de atividades dos neurônios e da chuva de bombardeados pensamentos nada coesos, vem a sabedoria e o discernimento dar o seu pitaco em toda a confusão criada pela mente e, em um breve momento de respirações já cadenciadas pela inteligência emocional, a pergunta começa a ser mais clara e objetiva, direcionada por momentos de pura lucidez.

E a voz mostrou de onde veio...e a pergunta soou: Para quem entregarei a minha alma?
Desta vez, a resposta veio junto com ela, assim, sem nenhum tipo de debate, sem nenhum tipo de tempestade. Simples assim. 
Quem não passou por essa vertente momentânea de consensos e desconcertos?

E a voz, do mesmo jeito que veio se foi...Simples assim.


Bia Fernandes



quarta-feira, 15 de maio de 2013

Seus olhos azuis.



Ah, seus olhos azuis!
Perco-me neles a cada dia que os vejo. Eles me enchem de inspiração. 

São tão claros e sinceros, repletos de afago e bondade que preenchem com  calor todo cantinho do coração daqueles que os tem em convivência . 
Eles preenchem, de esperança e força,  aqueles que o cercam e revelam a sábia mensagem que devemos sempre acreditar em prosseguir no nosso  árduo caminho, substituindo pedras por plumas inofensivas.

Olhar seus olhos azuis é como entranhar-se num oceano imenso e  encontrar pérolas preciosas que se mostram sem nenhum véu. É como alcançar o céu sem precisar tirar os pés do chão. É como fazer uma viagem intrínseca. É como observar o mar e não chegar a conclusão de onde será o seu fim.

Ah, seus olhos azuis!
Ter a graça de estar em sua presença é uma dádiva divina onde, mergulho a minha alma.


Bia Fernandes






segunda-feira, 6 de maio de 2013

As cores mudaram de cor


Viva intensamente, ame incondicionalmente, sonhe, impreterivelmente.
Bia Fernandes




Após ter "ouvido"(ele fala através das letras) as palavras de Rubem Alves num dia fatídico de tédio, preenchi as lacunas que pairavam em meu pensamento.


"...Todas as coisas belas que foram criadas no mundo foram feitas por pessoas que estavam sofrendo por algum motivo. Observe uma sinfonia de Beethoven...
...As pessoas felizes não produzem pérolas, mas não tem importância, receberam esse presente da existência então que gozem a vida."
Rubem Alves - Revista Bons Fluidos - Edição 169 - Ano 17- n° 4- Abril 2013


As lacunas se faziam presentes por numerados motivos como por exemplo, a vontade de voltar a estudar, a necessidade de atenção, a falta de vontade de dormir, a raiva de me conter sempre, o amor que me preenche sempre e, mais três outros que não devo citá-los aqui.

Questionei-me sobre as cores que meus olhos azuis viam. A resposta fora monocromática. Foi aí que, ouvi Os ipês-amarelos...

As cores mudaram de cor. "Senti" as cores e o perfume das flores do ipê.

Não é por acaso que ocorrem eventos que nos fazem pensar.
Não é por acaso que nos surgem pessoas boas e más.
Não é por acaso que os testes, impressos ou não, nos surgem a frente.

Tudo depende da maneira que compreendemos e empreendemos. Essa  é  a resposta para  tudo isso.

Somente haverão fatos, falas, presenças,ausências e fantasmas  se forem permitidos por mim. Por um momento, esqueci-me de que somos aquilo que somos e cremos naquilo que cremos. Nada além disso. Tudo o que estiver a além ou aquém disso é suposição e especulação, ou até mesmo, rumores da oposição.

As lacunas preencheram-se e compus meu raciocínio, afinal, nada que está fora abala o que está dentro, se o que estiver dentro for sólido e íntegro.

Bia Fernandes


segunda-feira, 29 de abril de 2013

O PUNHAL





Feristes-me pequena menina.
Com o punhal na palavra.
Feristes-me o coração.
Com o punhal da ignorância.

Nossos laços fraternais foram rompidos.
A dor que me invade o peito é o desrespeito.
Abriu-se uma ferida.
O tempo dirá se será curada.


Bia Fernandes

Expurgue


Isso mesmo! 
Expurgue!
Proponho um momento para refletirmos sobre isso.

Em um programa televisivo matinal, a apresentadora falava sobre ser uma arte não ser apegado as coisas, como por exemplo, um sapato, uma roupa, um livro e outras bugigangas que você não usa há tempos.

Podemos tirar dai também o fato ou o ato  de não nos esquecermos de sentimentos ruins, dilemas mal resolvidos e eventos funestos.

Como gastamos  nosso precioso tempo nos importando com coisas tão insignificantes.

Se eu não uso mais um móvel, uma poltrona, uma roupa enfim, por que não doá-las para que outros possam fazer uso de algo que está, em bom estado de conservação e utilização?

Se já li e reli vários títulos, por que não levá-los a comunidades para que outros possas usufruir da grande e mágica viagem das letras?

O mesmo ocorre com os acontecimentos retrógrados que te marcaram e não foram agradáveis. Para que perder o mesmo precioso tempo lembrando do que se foi, do que aconteceu ou do que se perdeu ou se ganhou com isso?

Outros ainda usam o seu tempo   tentando adivinhar o  que acontecerá no futuro. Nos é pertinente?

O verbo  chega de maneira imperativa: EXPURGUE!

Jogue fora o que não te faz bem.
Doe o que não lhe é mais necessário.
Aparte-se daquilo ou daqueles que  não te fazem bem.
Exclua as caixinhas do seu armário.

Aprenda a priorizar o que te pertence.
Aprenda a escolher o que lhe faz bem.
Aprenda a valorizar aquilo que  lhe é de  e por direito.
Aprenda a não se deixar enganar pelo joio. Ele sempre estará entre o trigo, porém disfarçado.

Faça valer a pena.

Bia Fernandes

quinta-feira, 4 de abril de 2013

Poema sem maldade





O tempo  fechou...
A terra tremeu.
As sobrancelhas se juntaram
O semblante escureceu.

Dos olhos saíram faíscas.
Das narinas ventania.
Dos lábios o fel.
Do coração o amargo mel.

O motivo não se sabe.
Talvez alguma verdade.
Que só está na personagem
Deste poema sem maldade.

sexta-feira, 22 de março de 2013

Tanta besteira!


O pensamento vagueia.
Quanta besteira!

Quando não se tem o que fazer criam-se espelhos mágicos.

Olha-se a vida pelo retrovisor e visualiza-se muitas matizes de uma mesma realidade.

É como ver um reflexo onde a imagem principal é torcida e distorcida para o lado que o  visualizador quiser.

O pensamento vagueia.
Quanta besteira!

Quando não se tem o que fazer imaginam-se conceitos e preconceitos sem fundamento.

É como criar um livro de regras onde o escriturário as coloca de acordo com o que acha certo ou errado para ele mesmo.


O pensamento vagueia.
Quanta besteira!

Quanto mais vagueia, mais besteira...

Quando não se tem o que fazer geram-se problemas criados pelo próprio pensador.

É como se ter uma fábrica de controvérsias dentro da própria cabeça, gerando conflitos desconfortáveis tanto para si como para o outro.

O pensamento vagueia.
Pare com tanta besteira!

Quando não se tem o que fazer arruma-se.

A mente ocupada não cria problemas e sim os resolve.
A mente ocupada  não é  destrutiva, ela é criativa.
A mente ocupada decide se vai permitir deixá-la vaguear ou não.













sábado, 16 de março de 2013

LUZ E TREVAS: SANIDADE OU INSANIDADE?


Luz e trevas: sanidade ou insanidade?

Eis aí uma questão que me surgiu ontem, depois de assistir a uma palestra.
Fora tão ambígua a citação que, se fosse em outros tempos, poderia ter perdido o sono tranquilo e, a brisa suave da noite seria mais um vendaval a me brindar.

A luz não fica onde estão as trevas e as trevas não permanecem onde a luz está presente...paradoxal.

A sanidade termina onde se inicia a insanidade e a insanidade termina onde começa a sanidade...outro paradoxo.

A incógnita  é que toda luz precisa das trevas para voltar a ser luz e todas as  trevas precisam ser trevas para experimentar a luz, e , todo insano precisa ser são e todo são terá seus momentos de insanidade para que se tenham referências do que é o que.

Neste momento, o pensamento começa a girar assim como a Terra em seu eixo.

Saio do meu conforto  de pensamentos e conceitos e vou em busca de grandes e elementares  pensadores. Talvez as palavras deles me façam enxergar melhor


  • O amor que a teu lado levas,
a que lugar te conduz,
que entras coberto de trevas
e sais coberto de luz?
Olavo Bilac


  • A ignorância é as trevas da mente, uma noite sem lua nem estrelas

Confúcio

  • Um pouco de luz vence muitas trevas.

Paul Claudel


Por um momento, as palavras destes pensadores me elucidaram, mas temos mais ambiguidades para decifrar.
O primeiro fala do desconhecido e da dúvida, o segundo fala da falta de conhecimento e da prisão que isso nos leva e o último afirma sobre o poder da claridade de tudo.

Qual será o sentido que o tal palestrante quis colocar em sua fala?

  • A dúvida ?
  • Ser ignorante?
  • Ter claridade?
Neste momento, pensamento começa a girar ainda mais.

Ainda não consegui compreender a proposta do assunto da palestra: luz e trevas: sanidade ou insanidade.

Na verdade, será que não consegui entender ou será que faço-me ignorante do meu próprio entendimento e utilizo a  citação de Confúcio? Ou será que percebo o permear da dúvida de Olavo Bilac e não quero, subentendam tenho medo de ,  resolver,   esse enigma? Ou ainda, não tenho intenção de ver a verdade de Paul Claudel?


É fato que toda anoitecer terá um amanhecer e todo amanhecer terá um anoitecer.
É fato que toda dúvida terá um esclarecimento.

Uma luz me surge: 

- Luz e trevas: sanidade ou insanidade diz a respeito do que se deve SER e do modo de AGIR!

Neste instante, a dúvida de Olavo Bilac se foi, a ignorância de Confúcio transformou-se em conhecimento e a verdade de Paul Claudel fora verificada e ratificada, e assim, percebo que o meu pensamento em redoma não estava incorreto.


Bia Fernandes





quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013

PAPA BENTO XVI







O Papa Bento XVI, em suas palavras, nos mostra coragem, inovação e fé. Mostra também humildade e caridade.

Se pararmos a correria em que vivemos e refletirmos acerca do assunto que a mídia coloca no momento, perceberemos um marco. Essa decisão do Pontífice não fora tomada de um minuto para outro. Passou por muita meditação e ponderação sobre o efeito que essa atitude de renúncia causaria no mundo .

Trazendo para o nosso dia a dia, quantas decisões precisamos tomar e ficamos remoendo, no bom sentindo, o assunto até que finalmente, consigamos direcionar nosso caminho e enveredarmos nosso barquinho pelo trecho que nos é viável?

Ouvindo um comentário de um cidadão não muito leigo, pasmei-me. Este disse: “ Isso que está acontecendo não se trata de nada a ver com a igreja. Trata-se de uma aliança política”. Preferi me abster da discussão e realmente seguir o ensinamento do Papa:

‘Pedi a Deus que me iluminasse com a sua luz para poder tomar a decisão mais justa’.– Papa Bento XVI

Quantas vezes não seguimos estas palavras e acabamos falando sem pensar e, como conseqüência, tomamos a decisão mais fácil? Mais fácil para nós, mais plausível para nós, para a nossa verdade, esquecendo que todo caminho tem ida e volta e cada verdade tem duas vertentes: a de quem a fala e a de quem escuta.

É, precisamos aprender muito com estas palavras...E o Santo Padre diz:



‘Nestes oito anos sempre senti que a barca da igreja não é minha, não é nossa, mas, do Senhor’.– Papa Bento XVI

Em uma posição à frente de milhares de pessoas, um cidadão comum se sentiria importante, orgulhoso por ter conseguido tal colocação, tal qual um trabalhador que consegue assumir um alto cargo dentro de uma empresa.
Neste momento, o  tal premiado esquecesse que ele está ali para servir.

Admitir que estamos a serviço do outro necessita-se de humildade e coragem. Não significa abaixar a cabeça. Não significa que o outro é superior a nós. Não podemos confundir humildade com humilhação.

Portanto, precisamos aprender a ter a humildade de entender que servir o outro é servir a nós mesmos, porque o outro é nosso semelhante e devemos amá-lo como amamos a nós mesmos, com todas  as dificuldades que essa decisão nos traz, pois, nem todos os dias conseguimos ter um grão de areia de sabedoria e um grão de mostarda de discernimento.

E ele diz:


 'Amar a Igreja é também ter valentia de tomar decisões difíceis'.– Papa Bento XVI


Tomo a liberdade de substituir a “Igreja” por “Senhor”. Amar ao Senhor é também ter a valentia de tomar decisões difíceis. Quando aprendemos lá nos dez mandamentos que devemos ‘Amar a Deus sobre todas as coisas’, alguns de nós entendem isso como abdicar da sua própria vida. Outros compreendem que é um absurdo amar a algo ou alguém que não existe, e por aí seguem as colocações.

Pergunto então: como se respira o ar se não o tocamos nem o vemos? Amamos o ar porque ele entra em nossos pulmões e nos serve de combustível. Assim é o Senhor. Não o tocamos e não o vemos, mas acreditamos nele. Daí vem a fé e a crença.

A fé não é algo palpável. A vontade muito menos.

Quando escolhemos amar  algo temos que ter a valentia de tomar decisões que nos levem até o alvo amado. E para tanto, precisamos de coragem e muitas vezes temos que sair do nosso conformismo e inovarmos uma postura ou um comportamento, mesmo que para isso tenhamos que quebrar barreiras e preceitos.

Concluindo, o Pontífice Bento XVI é um homem de coragem, inovação e fé, além de ser humilde e caridoso, assumindo que a igreja precisa de um novo condutor da barca do Senhor e que não se encontra mais em condições para manter o seu “cargo”. Lembremo-nos que, antes de ser um Pontífice ele é um homem como todos nós, de carne e osso e por isso, é  passível de limites.
Assumamos, com este exemplo, que nós também temos as nossas limitações, nossos medos e nossa parcela de acertos e erros não somente em nossas vidas mas também na vida de nosso próximo.
Paremos de apontar dedos para o outro e observemos o contexto em que os fatos acontecem e assim, tenhamos a clareza de compreender a verdade do outro mesmo que esta não seja a nossa verdade.
E por fim, amemo-nos com o amor do Senhor.


Bia Fernandes


sábado, 23 de fevereiro de 2013

Desacreditando no amor?





Nos últimos pensamentos que li em um site de poemas e poesias, vi muitas frases onde o amor está, nas linhas e nas entrelinhas, desacreditado.

Caríssimos, o amor existe, mas não na forma que as vezes o pintamos.
Deixemos  de pintá-lo e simplesmente o sintamos.

Desejo que cada respiração, que cada pestanejar, que cada batida de seu coração seja carregada de esperanças neste sentimento maravilhoso que nos faz sorrir na alma.


Bia Fernandes