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“Esta é uma obra de ficção, qualquer semelhança com nomes, pessoas, fatos ou situações terá sido mera coincidência”.

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sábado, 16 de março de 2013

LUZ E TREVAS: SANIDADE OU INSANIDADE?


Luz e trevas: sanidade ou insanidade?

Eis aí uma questão que me surgiu ontem, depois de assistir a uma palestra.
Fora tão ambígua a citação que, se fosse em outros tempos, poderia ter perdido o sono tranquilo e, a brisa suave da noite seria mais um vendaval a me brindar.

A luz não fica onde estão as trevas e as trevas não permanecem onde a luz está presente...paradoxal.

A sanidade termina onde se inicia a insanidade e a insanidade termina onde começa a sanidade...outro paradoxo.

A incógnita  é que toda luz precisa das trevas para voltar a ser luz e todas as  trevas precisam ser trevas para experimentar a luz, e , todo insano precisa ser são e todo são terá seus momentos de insanidade para que se tenham referências do que é o que.

Neste momento, o pensamento começa a girar assim como a Terra em seu eixo.

Saio do meu conforto  de pensamentos e conceitos e vou em busca de grandes e elementares  pensadores. Talvez as palavras deles me façam enxergar melhor


  • O amor que a teu lado levas,
a que lugar te conduz,
que entras coberto de trevas
e sais coberto de luz?
Olavo Bilac


  • A ignorância é as trevas da mente, uma noite sem lua nem estrelas

Confúcio

  • Um pouco de luz vence muitas trevas.

Paul Claudel


Por um momento, as palavras destes pensadores me elucidaram, mas temos mais ambiguidades para decifrar.
O primeiro fala do desconhecido e da dúvida, o segundo fala da falta de conhecimento e da prisão que isso nos leva e o último afirma sobre o poder da claridade de tudo.

Qual será o sentido que o tal palestrante quis colocar em sua fala?

  • A dúvida ?
  • Ser ignorante?
  • Ter claridade?
Neste momento, pensamento começa a girar ainda mais.

Ainda não consegui compreender a proposta do assunto da palestra: luz e trevas: sanidade ou insanidade.

Na verdade, será que não consegui entender ou será que faço-me ignorante do meu próprio entendimento e utilizo a  citação de Confúcio? Ou será que percebo o permear da dúvida de Olavo Bilac e não quero, subentendam tenho medo de ,  resolver,   esse enigma? Ou ainda, não tenho intenção de ver a verdade de Paul Claudel?


É fato que toda anoitecer terá um amanhecer e todo amanhecer terá um anoitecer.
É fato que toda dúvida terá um esclarecimento.

Uma luz me surge: 

- Luz e trevas: sanidade ou insanidade diz a respeito do que se deve SER e do modo de AGIR!

Neste instante, a dúvida de Olavo Bilac se foi, a ignorância de Confúcio transformou-se em conhecimento e a verdade de Paul Claudel fora verificada e ratificada, e assim, percebo que o meu pensamento em redoma não estava incorreto.


Bia Fernandes





Um comentário:

  1. Amiga, lindo texto muito objetivo! Veio em boa hora pois estava pensando em comentar a sua postagem anterior.Parece mentira mas lendo este texto, consequi interpretar o seu texto "BLOQUEIOS".
    No meu modo de entender, sem querer filosofar sobre o assunto, somos luz e trevas ao mesmo tempo!
    Quando saímos das trevas encontramos a luz e vice-versa.A sanidade e a insanidade são medidas apenas pelos limites de cada uma.O homem sábio de QI muito elevado tem seu limite, uma linha divisória que separa a sua razão de ser.Quando ele ultrapassa essa linha geralmente precipita-se na demência. Desta forma quando tentamos desequilibrar um dos lados da razão, ou quando deixamos de acreditar na existência da luz ou das trevas, surgem os bloqueios.Abraços e mais uma vez parabéns pelo texto!

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