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“Esta é uma obra de ficção, qualquer semelhança com nomes, pessoas, fatos ou situações terá sido mera coincidência”.

As figuras utilizadas nas postagens são originárias do google images.


quarta-feira, 15 de maio de 2013

Seus olhos azuis.



Ah, seus olhos azuis!
Perco-me neles a cada dia que os vejo. Eles me enchem de inspiração. 

São tão claros e sinceros, repletos de afago e bondade que preenchem com  calor todo cantinho do coração daqueles que os tem em convivência . 
Eles preenchem, de esperança e força,  aqueles que o cercam e revelam a sábia mensagem que devemos sempre acreditar em prosseguir no nosso  árduo caminho, substituindo pedras por plumas inofensivas.

Olhar seus olhos azuis é como entranhar-se num oceano imenso e  encontrar pérolas preciosas que se mostram sem nenhum véu. É como alcançar o céu sem precisar tirar os pés do chão. É como fazer uma viagem intrínseca. É como observar o mar e não chegar a conclusão de onde será o seu fim.

Ah, seus olhos azuis!
Ter a graça de estar em sua presença é uma dádiva divina onde, mergulho a minha alma.


Bia Fernandes






segunda-feira, 6 de maio de 2013

As cores mudaram de cor


Viva intensamente, ame incondicionalmente, sonhe, impreterivelmente.
Bia Fernandes




Após ter "ouvido"(ele fala através das letras) as palavras de Rubem Alves num dia fatídico de tédio, preenchi as lacunas que pairavam em meu pensamento.


"...Todas as coisas belas que foram criadas no mundo foram feitas por pessoas que estavam sofrendo por algum motivo. Observe uma sinfonia de Beethoven...
...As pessoas felizes não produzem pérolas, mas não tem importância, receberam esse presente da existência então que gozem a vida."
Rubem Alves - Revista Bons Fluidos - Edição 169 - Ano 17- n° 4- Abril 2013


As lacunas se faziam presentes por numerados motivos como por exemplo, a vontade de voltar a estudar, a necessidade de atenção, a falta de vontade de dormir, a raiva de me conter sempre, o amor que me preenche sempre e, mais três outros que não devo citá-los aqui.

Questionei-me sobre as cores que meus olhos azuis viam. A resposta fora monocromática. Foi aí que, ouvi Os ipês-amarelos...

As cores mudaram de cor. "Senti" as cores e o perfume das flores do ipê.

Não é por acaso que ocorrem eventos que nos fazem pensar.
Não é por acaso que nos surgem pessoas boas e más.
Não é por acaso que os testes, impressos ou não, nos surgem a frente.

Tudo depende da maneira que compreendemos e empreendemos. Essa  é  a resposta para  tudo isso.

Somente haverão fatos, falas, presenças,ausências e fantasmas  se forem permitidos por mim. Por um momento, esqueci-me de que somos aquilo que somos e cremos naquilo que cremos. Nada além disso. Tudo o que estiver a além ou aquém disso é suposição e especulação, ou até mesmo, rumores da oposição.

As lacunas preencheram-se e compus meu raciocínio, afinal, nada que está fora abala o que está dentro, se o que estiver dentro for sólido e íntegro.

Bia Fernandes