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“Esta é uma obra de ficção, qualquer semelhança com nomes, pessoas, fatos ou situações terá sido mera coincidência”.

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quinta-feira, 4 de julho de 2013

Escrevendo...



Ultimamente, sento-me de fronte ao computador e começo a redigir mais um texto de Contos e Encantos do Cotidiano volume 2 ou mais um capítulo do Diário de uma Mulher e me vejo com tantas e ideias e poucos dedos para digitar.
É como se meu cérebro estivesse a todo vapor e meus dedos não o acompanhasse. Pensei em comprar um gravador e, por final o comprei, mas, quem disse que consigo acompanhar as narrativas? Quem disse que consigo digitar com o mesmo andamento de minha delonga?
As personagens divagam em imagens e, valsando, escrevem a sua própria história como em um filme colorido, mas, a grandeza de detalhes acaba se perdendo na vagarosa arte de transformar as cenas em linguagem escrita.
Tomando posse deste conhecimento que é deveras constrangedor, pergunto-me se continuo com o tal gravador e contrato um ser humano capaz de suprir essa necessidade de passar as palavras ditas para o papel ou continuo a me torturar nesta busca frenética de conseguir, o que para mim é humanamente impossível, digitar tudo...
Conversando com uma amiga e desabafando acerca disso, ela me solta uma pérola: "Quem manda ser TDAH, e pensar com a velocidade do vento e conseguir voar ao mesmo tempo e ainda, tentar alcançar a exímia digitação ou mesmo, a escrita no papel?.. Se liga Bia!"
Pois bem, no fundo, bem lá no fundo mesmo, ela me fez recordar o tempo da escola em que eu entregava textos faltando muitas palavras, respostas escritas pela metade achando que tinha escrito tudo o que havia pensado...Ri muito...claro, hoje em dia, não é muito diferente. Nas últimas três faculdades também não foi muito diferente...risos.
Continuo rindo agora, escrevendo este texto para vocês, meus queridos leitores. Penso então se não cometo a mesma gafe. Mas é claro! Sou TDAH adulta e daí? Como todo TDAH, sou perfeccionista mesmo não sendo perfeccionista.
Isso é antagônico, mas, voltando ao meu dilema, como fazer para que meus dedos consigam fluir na velocidade do meu pensamento ou é melhor mesmo continuar falando naquele gravador e contratar alguém para digitar minhas narrativas?
Ah, deixa pra lá...não conseguirei decidir isso agora mesmo ...está chegando mais falas da minha personagem favorita, a Sandra, de o Diário de uma Mulher e tenho que registrá-las.

Bjks!!!!


Bia Fernandes

Um comentário:

  1. Cara amiga,
    Segundo Neruda, escrever é fácil, Você começa com uma letra maiúscula e termina com um ponto final. No meio você coloca as ideias!
    Seria ótimo se escrever fosse simples assim!
    Mas para quem escreve, tenho sempre um conselho de amigo, escreva tudo aquilo que você sente verdadeiramente, e procure não ser interrompida por nada neste mundo. Esclareça tudo o que puder,pensamentos e ideias, suas fantasias e inspirações.
    Viva com esse dom que a vida lhe proporcionou e você sentirá um grande alívio na alma, até as dores físicas desaparecerão, e você se sentirá fortalecida de coragem para escrever cada vez mais e mais a cada segundo.
    O mais interessante de tudo isso é que quando escrevemos sentimos que as palavras marcam como uma fotografia. Caso você escreva que sente afeto por uma pessoa, essa pessoa acreditará muito mais nas palavras escritas do que se você simplesmente disser: amo você! E tudo isso pelo fato de que as palavras escritas permanecem para sempre, elas tem poder e magnetismo.
    Assim, escreva minha amiga, escreva muitos textos lindos como você já demonstrou que sabe.
    Escreva muitos livros, pois quem escreve marca seus caminhos pela vida e de certa forma se eterniza, com a vantagem de que os leitores e seguidores dos seus escritos caminharão com você, lado a lado!
    Abraços e parabéns!

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