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“Esta é uma obra de ficção, qualquer semelhança com nomes, pessoas, fatos ou situações terá sido mera coincidência”.

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segunda-feira, 6 de outubro de 2014

Será que é mesmo a labirintite?- Conversando com você


O que é você labirintite que distorce a visão de um ser humano? Que muda a aparência de qualquer coisa que apareça a sua frente? Que afasta as pessoas de suas atividades? Que distorce os sentidos?

Me disseram que você tem dois fundos: um metabólico e outro emocional.  Até você tem dois caminhos! Aff! Qual dos dois você escolheu para tal pessoa? E para a outra? E para aquela outra? Foi você que optou ou foi a própria vítima que decidiu? Mistério... mais um dos mistérios da vida.

Como obter a resposta para tais perguntas...? E se realmente, mas realmente, todos os sintomas da amiga labirintite fossem uma fuga para que aquela pessoa acometida de tais incômodos?

Sim, há pessoas que querem ficar doentes. Absurdo? Completamente ou não, dependendo somente da maneira que você enxerga a coisa toda. Eu explico. Você já teve febre por causa de uma prova difícil que teria que fazer e te impossibilitou de comparecer ao local do teste? Claro que já, e, não adianta mentir heim?

Isso se chama defesa. Você distorce a visão que você tem da situação por medo. Medo de errar, medo de não conseguir o resultado que você mesmo espera ou que os outros esperam de você e outros medos que ficam implícitos na sua própria alma, bem, mas, bem lá no fundo.

Espera. A doença pode ser mesmo de fundo emocional? Sim, ela pode. Ela pode ser criada por nós mesmos. Mas ela também pode ser criada pelos alimentos que comemos e somos alérgicos, por exemplo. Sim, ela pode. Então, como saber se ela é metabólica ou emocional?

Esse é o grande ponto. Como saber onde está o foco da doença? Do pensamento? Da ação e da reação? Para mim, a resposta é na meditação e no autoconhecimento. E qual é a sua resposta para esse dilema?

Bia Fernandes