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“Esta é uma obra de ficção, qualquer semelhança com nomes, pessoas, fatos ou situações terá sido mera coincidência”.

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sexta-feira, 6 de fevereiro de 2015

O Utopista

 

O Utopista

Uma conversa.
Uma conversa com ponto inicial.
Uma conversa com ponto inicial porém sem o ponto final.
Perdeu-se pelo meio.

A guerra interna e externa sobre o poder foi o assunto escondido nas entrelinhas de tal prosa.

Aquele indivíduo estava ransado com o poder que o rodeava e não percebeu que o desejava arduamente.

Colocou a ideia e tentou convencer de que era um mero indigente indecente em seus paradigmas, contudo, o que deixava transparecer era seu infinito desejo de ter aquele poder sujo, tal qual seu sentimento o colocava.

Escondeu-se em suas citações mas a sua alma mostrava o seu antagonismo.

Ora, por que não assume?

A resposta que saia de seu aparelho fonador era sempre a mesma de que o poder era algo do inferno que corrompia as pessoas, mas, logo gabava-se de ter conseguido alcançar feitos diante de alguns poderosos classificados e qualificados.

A luta é grandiosa e altamente intrínseca neste Utopista.
A luta dele é com o outro ou com ele mesmo? Com a negação ou com o desejo?

Fez colocações de atitudes de grandes líderes estrangeiros e firmou que eles mudaram o mundo...será?

De súbito, questionado, sentiu-se ameaçado... o foco fora perdido e o Utopista pulou para outro galho sem olhar para traz, tentando defender mais uma vez o seu mundo que não se sabe ser real ou ilusório.

Bia Fernandes

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